Como uma das empresas líderes do setor de atenção domiciliar, a Home Doctor costuma ser a precursora de inovações importantes para os pacientes. A área de Assistência Farmacêutica é um desses exemplos de iniciativas pioneiras que vêm para melhorar a qualidade dos serviços prestados e para incentivar o desenvolvimento do mercado. “Ao buscar a segurança do paciente, a redução de erros, os melhores resultados clínicos e a otimização de recursos, nossa área de Assistência Farmacêutica foi um dos destaques da Home Doctor na auditoria de acreditação ONA (Organização Nacional de Acreditação) pela qual passamos recentemente e na qual conquistamos o nível mais elevado”, afirma o farmacêutico responsável da Home Doctor, Cristiano Gualtieri Comunale.

Segundo ele, a equipe de farmacêuticos da empresa realiza um conjunto de serviços que são comuns em hospitais acreditados, mas que ainda não fazem parte das rotinas da maioria dos hospitais brasileiros, muito menos da maioria das empresas de atenção domiciliar. Participam dessa área a Farmácia Clínica, Central de Atenção à Prescrição (CAP) e a Farmacovigilância, que mantêm um relacionamento estreito com a Farmácia de Dispensação, equipe que separa os medicamentos e os envia para a casa do paciente.

Farmácia Clínica

Adaptado com base em modelos existentes em hospitais de primeira linha, no setor de atenção domiciliar, esse serviço é executado há um ano e meio com exclusividade pela Home Doctor. Um farmacêutico acompanha o tratamento proposto a pacientes que fazem uso de ventilação mecânica, usam cinco ou mais medicamentos chamados de polifarmácia) ou que fazem uso de medicamentos de alta vigilância, que representam cerca de 20% dos casos.

Além de conferir a receita médica em relação a aspectos técnicos, como dosagem, via de administração, contraindicações e interação medicamentosa, o farmacêutico analisa clinicamente os resultados obtidos e, se necessário, pode propor alterações nas prescrições médicas – o que ocorre em aproximadamente 82% dos casos. “Assim como ocorre em hospitais acreditados, nossos farmacêuticos participam das discussões e decisões tomadas pelas equipes multiprofissionais, formadas por médico, enfermeiros, nutricionista e fisioterapeutas, que assistem os pacientes com base em critérios internacionais. O objetivo da equipe é propor a melhor terapia para cada paciente”, informa o farmacêutico.

Além de se destacar na auditoria de acreditação ONA, o serviço de Farmácia Clínica praticado pela Home Doctor atrai a atenção do mercado nacional e internacional. A equipe já apresentou essa inovação no Congresso Nacional de Hospitais Privados, em São Paulo, no Congresso de Farmácia Clínica, no Rio de Janeiro, e acaba de ser aprovado para fazer parte do 40º Congresso Internacional dos Hospitais da FIH (Federação Internacional dos Hospitais), que será realizado na África do Sul, de 30 de outubro a 3 de novembro deste ano.

Central de Atenção à Prescrição – CAP

É o serviço mais novo e entrou em operação em fevereiro de 2016. Faz uma completa checagem técnica das prescrições de medicamentos, conferindo, entre outros aspectos, doses, tempo de tratamento e interação medicamentosa (caso tenha sido receitado mais de um remédio, para verificar possíveis riscos do consumo conjunto ou alterações que um pode exercer no outro). Com essa análise, feita antes de liberar o envio dos remédios para a casa do paciente, é possível barrar eventuais enganos na prescrição. “É uma checagem importante, especialmente em caso de uso de medicamentos de alta vigilância. Hoje, já fazemos a análise de 70% das prescrições e vamos ampliar o serviço para chegar a 100%”, explica Cristiano.

Farmacovigilância

Primeiro dos três serviços, a Farmacovigilância é responsável pelo monitoramento da qualidade de materiais, medicamentos e dietas em relação a registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e cumprimento de boas práticas de fabricação. “Fazemos também a apuração de eventos suspeitos de reações e eventos adversos causados por medicamentos. Se for confirmada a relação, avisamos o médico prescritor e fazemos uma sugestão de troca de tratamento. Quando há suspeita de desvio de qualidade do medicamento, notificamos também a Anvisa”, diz o farmacêutico.

Fica a Dica

Quando o médico ou outro profissional de saúde perguntar se você está fazendo uso de algum remédio, procure dar o máximo de informações. Lembre-se até de falar sobre chás, pomadas, fitoterápicos (“remédios naturais”) e até remédios comuns, como para dores de cabeça, que a gente até toma sem receita. Dessa forma, o médico pode evitar efeitos indesejados da interação medicamentosa (quando um remédio interfere na ação do outro). Alimentos, bebidas e até agentes ambientais podem interferir na ação de remédios.